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domingo, 21 de agosto de 2011

Boudicca - Trilogia



Este livro lançado pela Editora Bertrand, conta a história da Rainha Boudicca. Ela também é personagem de um dos livros da Marion, o Corvos de Avalon.

O livro Boudicca recebeu boas criticas e parece ser uma ótima indicação de leitura.

Vamos a sinopse.


A incrível trilogia de um episódio secreto da história da Grã-Bretanha chega a seu último e derradeiro volume. Em Cão, de Manda Scott, a líder Boudica e seus guerreiros estão no limite para evitar a derrota para os romanos. Quando o governador recebe mais de vinte mil legionários prontos para impedir que qualquer pessoa conduza a Britânia a uma revolta, as esperanças começam a se reduzir. Agora Boudica terá de liderar as tribos do Oeste da Britânia numa resistência cada vez mais sangrenta contra a ocupação romana. E tudo ainda piora quando Julius Valerius, seu meio-irmão, é considerado traidor de Roma. Poderá ela enfrentar tudo sozinha? Escrita com enorme perícia e tenacidade, esta obra de ficção cativa o coração, desafia a mente e nos oferece uma experiência absolutamente fascinante da História na essência de sua criação.



quinta-feira, 21 de julho de 2011

Camelot 3000


Camelot. Esse nome provavelmente lhe é familiar. O lendário castelo que sediava a corte do rei da Inglaterra nas histórias medievais da antiga Bretanha, dentro do qual localizava-se a lendária Távola Redonda, a enorme mesa em que sentavam-se os cavaleiros do reino. É quase impossível lembrar de Camelot sem associá-la a seu mais ilustre governante, Arthur Pendragon – ou, simplesmente, Rei Arthur -, e suas incontáveis histórias ao lado de Merlin e dos Cavaleiros da Távola Redonda, incluindo a demanda pelo Santo Graal, as guerras com os saxões e muitas outras. A HQ Camelot 3000 traz de volta para o leitor toda a magia das histórias de Arthur, mas em uma abordagem completamente diferente de qualquer outra vista até a época.

Segundo as profecias, quando a mais terrível das ameaças pairar sobre a Inglaterra, o Rei Arthur e seus Cavaleiros da Távola Redonda ressurgirão em defesa de seu país. Contudo, profeta algum jamais poderia prever uma invasão alienígena... muito menos as formas em que os heróis viriam a reencarnar...

A primeira vista parece uma ídeia muito maluca para uma história, mas devo confessar que após ler a resenha no site Paragons, estou com vontade de lê-la.

Fica como dica para todos os que gostam de Comix.




quinta-feira, 7 de julho de 2011

As Crônicas de Artur de Bernard Cornwell




As Crônicas de Artur é uma trilogia de livros escrita por Bernard Cornwell sobre a lenda do Rei Artur. A história é escrita como uma mistura de ficção histórica e mitologia Arturiana.








A tese de Cornwell é de que a Grã-Bretanha após o domínio do Império Romano era um lugar difícil para os bretões nativos, sendo pela invasão anglo-saxã vindos do leste e dos irlandeses vindos do oeste. Ao mesmo tempo, argumenta Cornwell, sofreram disputas internas de poder entre a religião Druida e a chegada do Cristianismo.
O protagonista da história é
Derfel Cadarn (pronuncia-se Dervel), um saxão adotado por Merlin, o maior de todos os druidas. No decorrer da história, Derfel torna-se guerreiro e um dos grandes senhores da guerra de Artur em sua guerra contra os saxões. Merlin, enquanto isso, procura uma forma de restaurar os antigos deuses da Grã-Bretanha, contestados pelo avanço cristão, que hostiliza o druidismo.
As Crônicas de Artur são freqüentemente consideradas o melhor trabalho de Cornwell, sendo aclamado tanto por suas qualidades narrativas quanto pela exatidão em retratar a vida da época. O próprio Cornwell já disse que, dentre todos os seus trabalhos, esses três livros são seus favoritos.
O retrato feito por Cornwell de Merlin como um druida interesseiro, objetivo e irreverente é particularmente memorável, assim como suas pujantes descrições da barbárie da Era das Trevas. Também é interessante sua solução para o problema de integrar a magia do mito de Artur com o contexto da ficção histórica, que deixa para o leitor interpretar e decidir se a magia descrita na história é real ou apenas um conjunto de coincidências, psicologia e tecnologias primitivas.



Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A Guerra dos Tronos - George R R Martin

capa do Reino Unido



Em virtude do grande lançamento da série neste domingo no Brasil, trazemos agora uma resenha desta série de livros. Para aqueles que gostam de epícos de fantasia fica como nossa recomendação tanto dos livros como da série. Uma curiosidade é que o território das nações são divididas em Sete Reinos. Lembra algo?


Vamos a sinopse do primeiro volume:



"Em uma terra onde o verão pode durar décadas e o inverno toda uma vida, os problemas estão apenas começando. O frio está de volta e, nas florestas ao norte de Winterfell, forças sobrenaturais se espalham por trás da Muralha que protege a região. No centro do conflito estão os Stark do reino de Winterfell, uma família tão áspera quanto as terras que lhe pertencem. Dos lugares onde o frio é brutal, até os distantes reinos de plenitude e sol, George R. R. Martin narra uma história de lordes e damas, soldados e mercenários, assassinos e bastardos, que se juntam em um tempo de presságios malignos. Entre disputas por reinos, tragédias e traições, vitória e terror, o destino dos Stark, seus aliados e seus inimigos é incerto. Mas cada um está se esforçando para ganhar este conflito mortal: a guerra dos tronos. "


Fonte: Game of Thrones BR

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A morte de Artur e Thomas Malory



A morte de Artur (Le Morte d’Arthur, no original) tem sido desde o final do século XV bastante representativo na exposição dos mitos arturianos. Qualquer um de vocês já devem ter lido uma parte ou um capítulo desta obra quando frequentavam a escola, entretanto eram versões infanto-juvenis, bem resumidas, mas que moldaram o gosto de muitos leitores adultos de hoje.

O livro é considerado o primeiro romance da literatura inglesa, mais provavelmente podemos constatar como o primeiro romance de fantasia. Uma história que se desenvolve entre o conto universal de amor e a traição, a luta por ideais inatingíveis – como a honra e a nobreza – em meio ao tumulto da fragilidade humana, num cenário de uma época turbulenta, no limiar de uma Bretanha em profunda transformação. A essência da obra de Thomas Malory é atemporal, mantendo-se firme na imaginação de gerações, influenciando um número grande e diversificado de autores, artistas e cineastas. Uma ficção épica que merece, uma ou várias releituras, Nos últimos anos, o mito em volta da história do rei Artur floresceu mais do que nunca, depois de mais de mil anos de desenvolvimento literário e no imaginário coletivo de nossa sociedade. Qualquer que seja a origem do rei, se houver, ele e seus cavaleiros se tornaram populares a partir do início da Idade Média. Período que se desenvolvia a literatura europeia, onde ingleses e franceses, em especial, criaram variações do mito arturiano, proliferando tanto em livros, quanto em poesia. Atualmente, o arcabouço dessas narrativas arturianas são entendidas como apenas uma lenda, apesar das pesquisas históricas que estão a comprovar o contrário.
Os conceitos românticos do cavalheirismo e do heroísmo, numa época de religiosidade e perfeição secular, foram a base perfeita para que historiadores como o clérigo Godofredo de Monmouth (1100-1155), poetas como Wace (1115-1170) e Layamon (século XIII) e trovadores como Chrétien de Troyers (1135-1191) escrevessem obras baseadas naqueles mitos. Na própria corte francesa, a mais poderosa casa real europeia na época desses escritos, a popularidade do rei Artur era imensa. Os franceses tinham verdadeira admiração por Artur, apesar de ser britânico, por o considerarem como um celta que desafiava as hordas de invasores saxônicos. Na Grã-Bretanha, o desenvolvimento das origens míticas moldaram a força do símbolo patriótico, especialmente após a tradução das obras poéticas francesas. Assim, a lenda arturiana continuava a crescer, estimulado pelo sentimento e imaginação popular, mas foi Le conte del graal de Chrétien de Troyes que serviu como ponto de partida para a maioria das futuras versões do rei Artur.
No início do século XIII foi ampliado ainda mais os mitos em torno de Artur e seus cavaleiros, interligando com locais reais, como Glastonbury ou Tintagel. Outro ponto que acrescentou-se foi a conexão com a Terra Santa e as Cruzadas, entrelaçando os conceitos do resgate do Graal com a remoção dos “pagãos” de Jerusalem, como uma espécie de justificativa divina para a barbárie das cruzadas. A partir deste ponto, Artur foi transformado de guerreiro celta em um verdadeira herói cristão, fato que obscureceu por todo o sempre a verdade por trás do mito.
Após as batalhas de Crécy (1346) e de Agincourt (1415), na Guerra dos cem anos, o papel dos cavaleiros decaiu e eles passaram a ser protagonistas frequentes na literatura. E Thomas Malory (1405-1471)) foi um dos autores que tentaram resgatar a imagem dos cavaleiros a partir de numerosas fontes medievais, principalmente textos franceses. A nostalgia e a idealização da época da cavalaria é notória em toda a sua obra, entretanto a característica distintiva de A morte de Artur é uma narrativa precisa, breve e sucinta, que distancia das ideologias e alegorias que predominaram nos textos artúrianos anteriores. Partindo de um material tradicional rico em histórias entrelaçadas e alegorias religiosas, Malory cria uma história mais ágil e dinâmica, na qual predomina o realismo, as passagens fantásticas são só um complemento à trama. Os detalhes nas expedições e nas aventuras dos cavaleiros são feitos com uma maior importância, em suma, por ser Malory um militar, não um estudioso da lenda arturiana. Concluída em 1470, o épico que culmina com a morte do rei Artur, introduz elementos já populares, como “a espada na pedra”, “a Távola Redonda”, “a demanda do Santo Graal”, o adultério de Lancelot e Guinevere, o conto de Tristão e Isolda, o prelúdio para a tragédia final são levados para um estilo mais ou menos único e coerente.
Thomas Malory escreveu os 507 capítulos de Le Morte d’Arthur na prisão, ponto muito discutido sobre a vida do autor. Nascido como nobre, membro do Parlamento, Malory era um mercenário, que diversas vezes foi preso, acusado de uma série de crimes, como estupro, assassinatos e assaltos a conventos. Durante a Guerra das Duas Rosas – a guerra civil inglesa – caiu prisoneiro, e enviado à Torre de Londres. Nesta ocasião, conheceu um nobre inglês com uma vasta biblioteca de obras sobre o rei Artur e sob essa influencia Malory escreveu sua versão, The Book of King Arthur and His Noble Knights of the Round Table. Teria mesmo ele escrito a obra? Se sim, como um criminoso poderia ter escrito? Ficam as perguntas para indagações futuras.

Podemos resumir a obra em oito contos: o primeiro narra como Merlin planejou a sedução de Uther Pendragon e seu casamento com Igraine, levando ao nascimento de Artur e sua posterior ascensão como rei; o segundo, trata da criação da Távola Redonda e da invasão da França e Roma; o terceiro, concede a Lancelot o papel principal; em seguida, o quarto, trata de Gareth, irmão de Gawain; o quinto, sobre Tristão e Isolda; o sexto, sobre a busca do Graal; o sétimo sobre o romance entre Lancelot e Ginevere e o último, a descoberta do adultério, a batalha entre Mordred e Artur e a morte do célebre governante de Camelot. A obra foi publicada por William Caxton em 1485, que dividiu os contos em oito livros, prefaciando a obra e intitulando como A morte de Artur.
Graças a esta publicação, os relatos arturianos ficaram conhecidos em múltiplas e variadas edições. Fruto tardio da era medieval, A morte de Artur é sem dúvida a versão “moderna” do universo em torno do mito de Artur e propiciou inspirações tão diversas quanto Walter Scott, Alfred Tennyson, Mark Twain, T.H.White ou J. Steinbeck. Uma obra de impacto que teve um relativo êxito em unir uma narrativa concisa para recontar um material já clássico.


Fonte: Máteria do site Ambrosia

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Arthur – Uma Epopéia Celta


É um quadrinho europeu que narra o início de uma das mais conhecidas sagas literárias, na versão dos franceses David Chauvel no roteiro e Jerone Lereculey na arte magnifica.

A versão deles é bem interessante e vale a pena se dar uma olhada.
A história tem 7 volumes:

Baixar edições:


Os links para baixar os arquivos vem do site Mundo Livre, visitem -lá tambem pessoal.