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quarta-feira, 19 de maio de 2010

O Trilio Negro



O equilíbrio do mundo depende dela. Durante muito tempo, esse equilíbrio foi mantido, pois a Dama Branca, a Arquimaga, fez uso da magia para controlar a tênue paz entre Ruwenda, os países vizinhos e os povos não-humanos que habitam a península até as distantes montanhas, passando pelo perigoso Pântano Labirinto: nyssomus, uisgus, wyvilos. Mas agora tudo parece se romper, pois a Arquimaga se aproxima da morte e sua magia enfraquecida não pôde evitar que os Labornokis invadissem Ruwenda.Voltrik, o Rei dos Labornokis, tem um aliado temível, o mago Orogastus; e ninguém sabe a extensão de sua sede de poder e de conhecimento. Ruwenda cairá sob o violento ataque e, para restaurar o equilíbrio rompido, a agonizante Arquimaga só poderá contar com as três irmãs gêmeas que são herdeiras do trono ameaçado: Haramis, Kadiya e Anigel. As jovens não sabem, mas possuem poderes ocultos, manifestados através das pétalas negras da Flor sagrada de Ruwenda, o Trílio, que cada uma delas traz consigo num pingente de âmbar. As três filhas do Rei de Ruwenda terão de separar-se e fugir para não serem torturadas ou mortas, partindo numa busca desesperada em meio aos pântanos, montanhas e rios, entre povos hostis e até antropófagos, até encontrar três misteriosos talismãs. Juntos, esses talismãs ajudarão Hara, Kadi e Ani a desenvolver seus poderes e a se tornarem fortes o bastante para salvar Ruwenda e derrotar Orogastus.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A Senhora do Trilio


Quando o livro As brumas de Avalon chegou ao Brasil, em 1985, ninguém sabia quem era Marion Zimmer Bradley. Em pouco tempo o país inteiro se apaixonava por esta escritora que soubera recontar a lenda do rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda, mas de um ponto de vista feminino. No romance A senhora do trílio o leitor reencontra o prazer de ler Marion Zimmer Bradley. Dessa vez, ela nos leva ao reino de Ruwenda, um mundo dominado pela arquimaga Haramis, senhora das artes místicas. Aos 200 anos de idade, ela sente que é hora de preparar a rebelde Mikayla para ser sua sucessora.
Mas a menina não quer se tornar a nova arquimaga e abrir mão de Fiolon, seu grande amor. Entre mestra e aprendiz, está o Uzun, um nyossomus — raça parecida com a humana, embora de menor estatura e de orelhas pontudas — que Haramis transformou em harpa para salvar sua vida. Mesmo em sua nova forma, o sábio amigo vai fazer de tudo para melhorar o relacionamento entre as duas mulheres de forte personalidade. Em busca de seu destino, Mikayla vive incríveis aventuras e aprende o que é justiça e responsabilidade.
Aprendizado, conflito de gerações e amadurecimento são temas caros à Senhora do Trílio, que trata com sabedoria as dúvidas e rebeldias da adolescência e a intransigência e falta de sensibilidade dos adultos. Juntas, criança e anciã terão de aprender o caminho da felicidade.
A senhora do trílio faz parte de uma saga iniciada há nove anos, por Marion Zimmer Bradley, Julian May e Andre Norton, outras duas consagradas escritoras de ficção científica e contos de espada & magia. Cada um criou uma personagem e, assim, nasceram as três irmãs de Ruwenda. O romance de estréia chamou-se O trílio negro, seguido de O trílio de sangue, O trílio dourado e O trílio do céu. Embora os romancistas considerem os livros independentes, os leitores tendem a encará-los como um ciclo, do qual A senhora do trílio é a obra-prima.

O Trilio Celeste


A incrível saga das trigêmeas da Cidadela de Ruwenda está de volta. A história, que se passa no fantástico Mundo das Três Luas, teve início no livro O trílio negro, escrito a seis mãos por Marion Zimmer Bradley, Andre Norton e Julian May, três dos maiores expoentes da ficção científica e da fantasia. Desde então, foram lançados outros três episódios da saga, sendo que cada título levou a assinatura individual de um dos autores originais da trama. A história continua agora em O trílio celeste, de Julian May.
As trigêmeas são Kadiya, a Dama dos Olhos; Haramis, a Arquimaga da Terra; e Anigel, a rainha de Ruwenda. Só elas têm como trazer de volta o equilíbrio do Mundo das Três Luas, que está ameaçado por todo tipo de fenômeno natural destruidor, como erupções vulcânicas e terremotos. Cada uma delas recebeu no passado um poderoso talismã. Juntos, os três amuletos compõem o lendário Cetro Tríplice do Poder, a única força capaz de restabelecer a harmonia do planeta e defendê-lo do mal. Mas há um problema. Ou melhor, dois: o talismã de Anigel foi destruído numa batalha climática, e o de Kadiya perdeu seu poder. Pelo menos é isso que elas pensam. Além disso, ninguém sabe onde foi parar a caixa-estrela, o recipiente mágico sem o qual não é possível unir os três amuletos.
E isso nem é o pior. As trigêmeas ainda não sabem, mas seu maior adversário, o feiticeiro Orogastus, não está morto como elas imaginavam. Ele estava apenas exilado na Lua do Homem Negro, de onde conseguiu fugir com a ajuda de Nerenyi Daral, a temida mulher morta fundadora da Guilda da Estrela. Ela lhe deu três presentes valiosos: o poder da Estrela; o acesso a um viaduto mágico invisível, capaz de levá-lo instantaneamente ao Mundo das Três Luas; e um frasco de veneno, que ele usa para se livrar de Denby Varcour, seu carrasco, e conseguir fugir. Em troca, a mulher morta lhe dá uma missão: recriar a Guilda da Estrela e retomar o Cetro do Poder, de modo a recuperar o equilíbrio do mundo, dominando o Gelo Conquistador e fazendo o Trílio Celeste brilhar novamente. Seu objetivo parece ser o mesmo das gêmeas, mas há uma intenção diferente em cada lado desse embate.
Um personagem que ganha grande importância neste novo episódio é o príncipe Tolivar, também chamado de Coração Misterioso. Filho de Anigel, ele tem apenas 12 anos, mas não deve ser subestimado. O garoto recuperou a tiara do Monstro de Três Cabeças, o talismã mágico perdido de sua mãe. E a caixa-estrela também está em seu poder. Mas não é sua intenção alardear suas valiosas descobertas. O que ele não sabe é que esses objetos têm um poder imenso e podem ser perigosíssimos para quem não sabe manejá-los corretamente.
Está tudo pronto para o início de uma grande batalha. E as armas deste mundo fantástico são as mais cruéis – uma delas faz o sangue da vítima ferver; uma outra provoca convulsões fatais; e ainda há as que produzem raios letais. Quem for corajoso que compre a briga. Mas primeiro é preciso ter sabedoria para diferenciar o bem do mal, pois no Mundo das Três Luas a fronteira entre os dois lados pode ser muito sutil.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O Trilio Dourado



A história das três irmãs gêmeas, princesas Haramis, Anigel e Kadiya, começou com O trílio negro, um épico criado por três das melhores escritoras do gênero fantástico, Andre Norton, Julian May e Marion Zimmer Bradley. A saga continuou com Julian May em O trílio de sangue. Agora Andre Norton retoma a história quando a princesa Kadiya enfrenta um mal infinito de poder abominável que ameaça o reino de Ruwenda.
Haramis, Anigel e Kadiya derrotaram o maligno feiticeiro Orogastus, unificaram os reinos de Ruwenda e Labornok e restauraram o precário equilíbrio num mundo dividido. Com sua espada mística trilobada, Kadiya viaja para os pântanos sufocantes de Ruwenda, buscando cumprir seu destino entre os seus habitantes, os oddlings, cujos exércitos havia liderado uma vez.
Kadiya se aventura até a cidade perdida dos Desaparecidos e descobre uma estranha raça, que vive dentro dos muros proibidos. Criaturas minúsculas e inteligentes, conhecidas como hassittis, que esperam pacientemente, mas em vão, a volta dos Desaparecidos. Os hassittis conseguem "captar sonhos" de acontecimentos e de lugares distantes, e suas visões trazem avisos vívidos e perturbadores sobre uma ameaça desconhecida, vinda das montanhas do oeste.
Essa apreensão é logo confirmada por uma misteriosa praga, que se alastra a partir das montanhas ocidentais, uma doença mortal que deixa um rastro de destruição por onde passa. O Portador da doença maligna se aproxima dos domínios dos skriteks, os terríveis monstros sáurios que se alimentam da carne de criaturas vivas, inimigos dos oddlings e dos humanos, seres que cultivam um ódio implacável.
Kadiya, acompanhada apenas de três oddlings, entra no Inferno Espinhoso, o reino pestilento dos skriteks, para enfrentar a origem da praga e descobrir um meio de derrotá-la. Lá se depara com um portal que conduz a um universo de escuridão aterradora, uma passagem fétida que ameaça a existência do mundo das Três Luas.
O trílio dourado é a saga de uma batalha desesperada contra as forças do mal, uma história de coragem diante de desvantagens avassaladoras, e de um amor que supera as barreiras eternas do tempo e do espaço.

O Trilio De Sangue


Uma história recheada de fantasia, uma terra de reis e rainhas que se aventuram por regiões cercadas de geleiras, magia e paixões avassaladoras — estes são os ingredientes que fazem de O trílio de sangue, de Julian May, um romance para ser devorado. O Mundo das Três Luas, povoado por humanos, duendes, aborígines e outros seres, vive em perfeito equilíbrio sob a regência da Arquimaga Haramis, até ser ameaçado pelo feiticeiro Portolanus, que retorna de Kimilon, a longínqua e inóspita Terra de Fogo e Gelo, para disseminar a guerra e dominar o mundo.
Depois de ouvir a triste história de Shiki, um caçador de peles que teve mulher e filhas assassinadas por Portolanus, a Arquimaga Haramis consulta seu talismã para saber quem é esse malfeitor e que tipo de ameaça ele significa ao equilíbrio do mundo. Atordoada, ela começa a suspeitar que ele é, na verdade, Orogastus, o feiticeiro que amara e que pensava estar morto há muitos anos. Aos poucos, Haramis descobre que a desconfiança tem razão de ser. Orogastus, agora na pele de Portolanus, passou anos confinado até ser resgatado com a ajuda da poderosa caixa mágica da Estrela, e planeja destruir a paz no Mundo das Três Luas.
A avidez em alcançar seu objetivo o leva a fazer alianças com a realeza de povos que também almejam mais poder. Mas ele só terá o que deseja quando conseguir os três talismãs que formam o Cetro do Poder, em mãos de Haramis e suas duas irmãs gêmeas, Kadiya e Anigel. As três formam uma unidade: Haramis é o princípio, a pedra fundamental; Kadiya, o ímpeto e a resistência, e Anigel, a perspicácia humana e o amor desinteressado.
As trigêmeas, no entanto, não dominam completamente a arte de manusear os talismãs. A riqueza do livro está justamente no encanto provocado pela trama fantástica da disputa entre Orogastus e as irmãs pelos amuletos; e a transformação dos personagens femininos com o aprendizado sobre magia, amor, poder, ambição, limitações e valores. O trílio de sangue é aconselhável para aqueles que querem refletir sobre o comportamento humano através de uma leitura romanceada e encantadora.